Foto: Emma Sharon/WSL Italo Ferreira segue embalado, nas competições e conquistando títulos mundiais importantíssimos para sua carreira. Após ele vencer sua bateria de estreia contra Bryan Perez e George Pittar, Italo Celebrou o momento especial que vive na temporada. “Esse ano tem sido incrível para mim, já conquistei bons resultados, venci na piscina, um evento que eu queria muito ganhar e ainda fiz mais uma final em Portugal. Estou vivendo a melhor vida que poderia e tentando aproveitar cada momento”. Agora Italo segue firme em busca de mais um grande título em Punta Roca. Ele já mostrou que é um dos melhores nos aéreos, com grandes conquistas na WSL, entres outros grandes campeonatos. Vamos torcer para o nosso guerreiro trazer mais um título.
Florida Pro Fecha a primeira etapa do Circuito Catarinense nesta terça-feira na Joaca
A abertura do circuito estadual mais rico do Brasil apresentada no ela Prefeitura de Florianópolis e Layback, atraiu grandes estrelas do surfe brasileiro e até de outros países. A Prefeitura de Florianópolis e a Layback apresentam o Floripa Pro 2025, que está abrindo o Circuito Profissional da Federação Catarinense de Surfe (FECASURF) na Praia da Joaquina. As eliminatórias foram iniciadas em altas ondas na segunda-feira e os primeiros títulos do circuito estadual mais rico do Brasil, serão decididos nesta terça-feira. A premiação de 50.000 Reais, dividida nas categorias masculina e feminina, atraiu grandes estrelas do surfe brasileiro e até de outros países. Muitos competiram no WSL Layback Pro e ficaram para aproveitar as ondas excelentes que estão rolando na Joaquina. O catarinense Mateus Herdy brilhou com seus aéreos e o paulista Caio Costa fez os recordes do primeiro dia. O Floripa Pro 2025 está sendo transmitido ao vivo pelo site da FECASURF: www.fecasurf.com.br.Na segunda-feira, 64 surfistas disputaram as 16 vagas para enfrentar os 16 cabeças de chave mais bem colocados no ranking estadual da FECASURF na terceira fase. Entre eles, o campeão catarinense de 2024, Lucas Haag, que vai abrir a terça-feira enfrentando o campeão mundial master, Diego Rosa, o também catarinense Jeff Toco e o paulista Wesley Leite, que se classificou para o Challenger Series no fim de semana. Os surfistas que avançaram para a rodada de estreia dos cabeças de chave do Floripa Pro, competiram duas vezes nas boas ondas da Joaquina. Em sua segunda participação, o ubatubense Wesley Leite passou em segundo lugar no confronto vencido pelo recém-coroado campeão sul-americano da World Surf League, o local da Joaca, Lucas Vicente. O catarinense pegou poucas ondas, mas garantiu o primeiro lugar com as notas 6,90 e 6,43 das últimas que surfou. O paulista Alex Ribeiro, campeão do último Floripa Pro, que abriu o Circuito Catarinense de 2023 na mesma Praia da Joaquina, acabou eliminado junto, com o catarinense Raphael Becker.“Tem altas ondas, a Joaca não nega fogo de novo e tem que aproveitar a oportunidade. A gente sabe que quando dá onda assim, fica bem croudeado (cheio de gente) aqui, então dá para fazer um treino de luxo, só com mais três caras na água”, destacou Lucas Vicente. “Foi uma bateria de peso, o Alex (Ribeiro) já foi CT, o Wesley (Leite) já foi Challenger e é de novo agora, então foi alto nível e fico feliz de ter encontrado duas ondas ali no final para fazer meu surfe. Tenho que parabenizar a FECASURF, a ASJ (Associação de Surf da Joaquina), por todo o trabalho. Eu ganhei o título sul-americano no fim de semana, isso é ótimo, mas é trabalho que segue, muita dedicação e vamos para cima”. Dois campeões brasileiros também prestigiaram o Floripa Pro apresentado pela Layback e pela Prefeitura de Florianópolis, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer. Ambos passaram pela primeira fase, mas foram barrados na segunda. O pernambucano Douglas Silva, campeão do Dream Tour da CBSurf no ano passado, perdeu para o catarinense Jeff Toco e o chileno Reimundo Berry. E o paulista Weslley Dantas campeão brasileiro de 2023, foi eliminado pelo catarinense Santiago Muniz na bateria que outro paulista, Caio Costa, fez os recordes da terça-feira na Joaquina, nota 9,67 e 16,67 pontos.“Eu tava precisando disso, depois de uma derrota de cara no QS, que era o primeiro evento do ano para mim”, disse Caio Costa. “Nessa bateria eu consegui realmente surfar o que sei, botar duas manobras numa onda boa ali. Meu surfe é forte e, quando eu consigo a onda, sei que vem nota boa. Acho que faz mais de uma semana de altas ondas aqui e faz tempo que não tem eventos assim, com tanta onda boa. De forma alguma eu ia deixar de aproveitar, porque é ótimo para poder fazer um treino de luxo também”. MELHORES DO DIA – Na melhor onda que surfou, Caio Costa espancou uma esquerda com duas manobras muito fortes de backside, que arrancaram 9,67 dos juízes e dois deles deram nota 10. Ele ainda surfou bem outra onda, para fazer o maior placar do Floripa Pro 2025 na segunda-feira, 16,67 pontos. No confronto seguinte, o catarinense Mateus Herdy também deu um show com seus aéreos, fazendo um “aley-oop” e um “reverse” de frontside na mesma onda. Ele recebeu 9,00 nessa direita e ganhou mais duas notas 7,00, totalizando 16,00 pontos nas duas computadas. Apenas os dois conseguiram bater os recordes do venezuelano Francisco Bellorin na primeira fase, nota 8,33 e 15,93 pontos. Depois das 24 baterias das duas fases da categoria masculina, a rodada inicial feminina fechou o primeiro dia do Floripa Pro apresentado pela Layback e Prefeitura de Florianópolis. Foram apenas quatro baterias e três delas terminaram com vitórias de surfistas do Peru. A primeira foi a jovem Camila Sanday, que foi vice-campeã do Floripa Pro 2023 na Praia da Joaquina, só perdendo a final para a tricampeã catarinense, a surfista olímpica da Guarda do Embaú, Tainá Hinckel, uma das 8 cabeças de chave da segunda fase.VITÓRIAS PERUANAS – “Estou muito contente de estar de novo nesse campeonato. As ondas estão ótimas, a Praia da Joaquina me encanta, é bem constante e muito boa para campeonatos”, destacou Camila Sanday. “Toda a semana do QS, agora do Catarinense, está tendo ondas muito boas e estou feliz por ter vencido essa primeira bateria hoje. O nível é muito alto, tem muitas surfistas boas competindo aqui e espero seguir achando boas ondas nas baterias, para seguir avançando”. A peruana Camila Sanday e a jovem catarinense Valentina Zanoni, barraram a cearense campeã brasileira de 2024, Juliana dos Santos, além da chilena Maria Weiss. Outra peruana, Kalea Gervasi, ganhou a segunda bateria, mais uma cearense que tem título de campeã brasileira no currículo, Yanca Costa, venceu a terceira e na última do dia, a peruana Daniella Rosas, tricampeã sul-americana da WSL, confirmou o favoritismo, eliminando mais uma estrangeira, a mexicana Summer Sivori. CAMPEÃ SUL-AMERICANA – No domingo, Daniella Rosasfoi vice-campeã na final do Layback Procom a catarinense Laura Raupp. A recém-coroada campeã sul-americana da World Surf League, é uma das 8 cabeças de chave da FECASURF que vão estrear direto nas quartas de final do Floripa Pro. Laura está na terceira bateria com Kiany Hyakutake, a também catarinense Kaylane Antunes e a cearense Yanca Costa. A tricampeã catarinense e defensora do título do Floripa Pro na Joaquina, Tainá Hinckel, estreia antes dela, na segunda bateria. O Floripa Pro apresentado pela Layback e pela Prefeitura de Florianópolis, através da Secretaria de Cultura,
Caroline Marks e Yago Dora vencem MEO Rip Curl Pro Portugal apresentado por Corona Cero
Caroline Marks (EUA) e Yago Dora (BRA) venceram o MEO Rip Curl Pro Portugal 2025 apresentado pela Corona Cero , parada nº 3 do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT), em ondas sólidas de quatro a seis pés em Supertubos. Foi um dia desafiador, pois os melhores surfistas do mundo tiveram que lidar com ventos fortes e uma onda implacável no lineup em Peniche, mas Marks e Dora superaram um campo lotado para reivindicar a vitória, estabelecendo as bases para suas campanhas pelo título mundial de 2025. Caroline Marks (EUA) conquistou sua sétima vitória no CT, sua segunda em Portugal, em uma final acirrada contra Gabriela Bryan(HAW). A jovem de 23 anos da Flórida é uma das mulheres mais consistentes do Tour, e este é um dos seus melhores começos de temporada desde 2019. Depois de um ano de sonho em 2024, ganhando a medalha de ouro olímpica e terminando em segundo lugar no mundo para Caity Simmers (EUA), Marks está surfando nessa onda de impulso para a temporada de 2025. A seleção de ondas foi fundamental na mudança de escalação do Supertubos, até mesmo afastando Marks, o vencedor do evento de 2019, e Bryan, um finalista português pela primeira vez que apresentou performances de destaque durante todo o evento. A dupla garantiu duas pontuações médias no início da Final antes que ambos os surfistas cometessem erros, optando por ondas que não lhes ofereciam faces abertas para melhorar suas pontuações. Marks e Bryan lutaram contra uma arrancada desafiadora que os manteve fora de posição, e um erro de prioridade nos minutos finais deu a Marks a vantagem para jogar na defesa e proteger sua pequena liderança. Foi estressante quando o tempo acabou, mas Marks fez o suficiente para garantir sua segunda vitória em Peniche. “Não foi a final mais bonita, mas vamos encarar”, disse Marks. “Foi realmente desafiador, mas vencer é tão bom, estou tão empolgado. Nos últimos dois anos, parecia que eu estava ganhando impulso na segunda metade da temporada, então começar com uma vitória e ser realmente consistente para estar no dia das finais em todos os eventos até agora foi muito bom. Tem sido um ambiente tão bom por aqui, é muito especial compartilhar isso com meu pai. Ele não vem a muitos eventos, então tê-lo aqui é muito bom.” Marks levará esse ímpeto para a próxima parada, o Surf City El Salvador Pro, onde ela é a campeã defensora consecutiva. A Final de 2024 em El Salvador foi o último confronto direto entre Marks e Bryan, e também a mais recente aparição na Final do CT da temporada regular para qualquer surfista. A caminho da final, Marks despachou Molly Picklum (AUS) em seu confronto semifinal. Picklum procurou por barris, mas não conseguiu encontrar a saída em nenhuma de suas tentativas. Apesar de ter prioridade na maior parte da bateria, as oportunidades foram poucas e distantes entre si. Marks confiou em seu backhand para uma grande manobra, e foi o suficiente para superar Picklum, que ficou querendo mais. Adaptando-se às condições de mudança e surfando em um banco completamente novo, foi uma disputa acirrada entre Erin Brooks (CAN) e Gabriela Bryan (HAW) por uma vaga na Final. Foi uma bateria equilibrada, já que ambas as surfistas mostraram sua potência e comprometimento nas seções pesadas. Brooks chegou perto de igualar o desempenho de Bryan, com apenas 0,20 separando seus totais de bateria final, mas não conseguiu superar Bryan, que conseguiu sua primeira aparição nas Finais em Portugal. “Não foi a melhor final, mas foi muito bom compartilhá-la com Caroline [Marks]”, disse Bryan. “Ela é um ser humano tão bom. Espero que possamos compartilhar mais algumas neste ano. Eu me diverti muito em Portugal, e surfamos em todos os tipos de condições, então estou feliz por ter chegado à final.” Em seu sétimo ano no Tour, Yago Dora (BRA) está finalmente se destacando, e suas performances estão aparecendo. Ele mudou para outra marcha quando conquistou sua primeira vitória no CT no VIVO Rio Pro em 2023. Desde então, Dora terminou em segundo lugar em El Salvador e no Rio em 2024, mas o brasileiro tem trabalhado duro para conquistar sua próxima vitória. Hoje, ele conquistou esse feito após um dia maratona que o viu despachar Italo Ferreira (BRA) na final, Ethan Ewing (AUS) nas semifinais, Jack Robinson (AUS) nas quartas de final e Imaikalani deVault (HAW) nas oitavas de final. “Na temporada passada, tive duas finais e senti que era a surfista em forma do evento, mas acabei ficando aquém no final”, disse Dora. “Eu não ia deixar essa escapar, eu queria muito ganhar essa.” Em uma final totalmente brasileira, o atual número 1 do mundo Ferreirae Yago Dora (BRA), dois dos surfistas mais consistentes em seu ataque aéreo, sempre iriam entregar um show aéreo com as condições oferecidas em Supertubos. Dora e Ferreira foram golpe por golpe, respondendo às tentativas um do outro com respostas maiores e mais críticas. Ferreira teve a maior pontuação de onda única para um enorme aéreo frontal, mas Dora adicionou um toque de criatividade à sua onda de apoio que o colocou na frente de Ferreira. O campeão mundial de 2019 precisava de uma pontuação média para voltar à liderança, mas, apesar de várias oportunidades, não foi o suficiente. Na revanche da final do VIVO Rio Pro do ano passado, Dora acertou o placar e conquistou a vitória em Peniche. “É sempre tão difícil surfar contra Italo [Ferreira]”, disse Dora. “Ele sempre parece fazer o que precisa para encontrar a vitória, mas estou muito feliz por ter conseguido encontrar uma maneira de vencer hoje. Preciso agradecer a Deus, ele me levou até a final e a esta vitória. Eu podia sentir que algo especial aconteceria aqui esta semana, e aconteceu.” Dora subiu 11 posições no ranking e chegou ao quarto lugar do mundo. O atleta de 28 anos contratou recentemente um novo treinador, e esta foi sua primeira vitória desde o VIVO Rio Pro de 2023. “A mudança é sempre arriscada, mas é tão bom quando tudo se encaixa”, Dora continuou. “Todo mundo vai falar sobre isso, esteja você certo ou errado, mas estou feliz por ainda ser a
Laura Raupp e Lucas Vicente conquistam títulos sul-americanos em casa no WSL Layback Pro
O WSL Layback Pro já decidiu os campeões sul-americanos da World Surf League no sábado e os locais da Praia da Joaquina, Lucas Vicente e Laura Raupp, festejaram em casa os títulos da temporada 2024/2025 . É o segundo ano consecutivo com surfistas catarinenses sendo os melhores da América do Sul, com Lucas e Laura repetindo a dobradinha do Mateus Herdye da Tainá Hinckelna temporada 2023/2024. No cenário perfeito do sábado de Sol e mar clássico com altas ondas e praia cheia na Joaquina, foram formadas as semifinais e teve comemoração também da peruana Daniella Rosas e do paulista Wesley Leite, que garantiram classificação para o Challenger Series 2025. Restam apenas duas vagas para serem definidas no domingo e as semifinais vão abrir o último dia do QS 3000, às 9h00, ao vivo da Ilha de Santa Catarina pelo WorldSurfLeague.com. Já está confirmado que a primeira bicampeã da história do WSL Layback Pro em Florianópolis, será conhecida neste domingo. Isto porque as vencedoras das quatro etapas na Praia Mole, vão se enfrentar nas semifinais. Na primeira, está a nova campeã sul-americana da World Surf League, Laura Raupp, que venceu a primeira edição em 2021 com apenas 15 anos de idade, com a experiente Silvana Lima, campeã em 2023. E a outra vaga na grande final, tem a defensora do título do Layback Pro, Tainá Hinckel, contra a melhor de 2022, a peruana Daniella Rosas, recordista com três troféus de campeã sul-americana da WSL South America. Na competição masculina, também pode acontecer um bicampeonato na Praia da Joaquina, que desde 2016 não recebida uma etapa do WSL Qualifying Series (QS). Isso porque o campeão do último Layback Pro na Praia Mole no ano passado, Lucas Silveira, entra na primeira semifinal com o paulista Daniel Adisaka. Se passar para a final, Lucas garante vaga no Challenger Series, enquanto o Danielprecisa vencer o campeonato para isso. Na outra semifinal, tem o paulista Alex Ribeirotambém precisando chegar na final, para confirmar vaga no Challenger Series, contra o vice-campeão do Layback Pro no ano passado e único catarinense, Heitor Mueller. Certamente, o domingo também será recheado de emoções. No sábado foi assim nas duas rodadas de confrontos decisivos nas duas categorias. Os títulos sul-americanos da temporada 2024/2025, foram definidos logo pela manhã, na quarta bateria do dia, que definiu os últimos classificados para as quartas de final. O paranaense Peterson Crisanto precisava chegar na final para superar os 6.030 pontos do líder, Lucas Vicente. Mas outro catarinense, Luan Wood, venceu a bateria e o paulista Alex Ribeiro passou em segundo lugar, com Peterson Crisanto sendo eliminado, para alívio do Lucas Vicente que estava na praia com a família. “Pra mim, foi a bateria mais longa da história da Joaquina essa e fiquei muito tenso”, disse Lucas Vicente. “Foi a finalização de uma temporada que eu trabalhei muito, treinando e me dedicando bastante. Fiquei bem triste de perder ontem, em casa né, mas eu sabia que a bateria que eu já tinha passado antes, foi importante pra defender meu título. Estou muito feliz por ganhar em casa, com todo mundo aqui, minha família, amigos. É a coroação de um trabalho que vem sendo feito há alguns anos, desde que eu fui campeão mundial Pro Junior em 2019. E esse ano promete. Agora é treinar ainda mais, porque o Challenger tem alguns degraus acima e sei que tenho que me dedicar ao triplo. Mas, vamos pra cima e, se Deus quiser, rumo ao CT no ano que vem. Agora é já dar entrada no visto pra Austrália, ver as passagens e vamos em busca do sonho”. Já o título sul-americano da Laura Raupp foi conquistado dentro d´água. A sua bateria começou logo após a derrota do Peterson Crisanto, quando foi anunciado que Lucas Vicente era o campeão. Foi um momento de poucas ondas, mas a Laura conseguiu achar as que precisava para vencer. A experiente Silvana Lima, recordista mundial com 19 vitórias em etapas do QS, que já tem dois títulos sul-americanos no currículo, passou junto com a nova campeã para as quartas de final, eliminando Isabela Saldanha e Luara Mandelli. “Foi uma bateria bem difícil. Fiquei esperando muito tempo vir uma onda da série, acabou que não veio e eu tive que improvisar ali, fazendo as notas em ondas menores. Foi o que deu pra fazer, mas estou superfeliz de ter passado pras quartas de final e eu não sabia que se eu passasse, garantia o título sul-americano”, contou Laura Raupp. “Foi muito irado, porque eu tava dentro d´água quando foi anunciado o título do Lucas (Vicente). A gente surfa junto várias vezes aqui na Joaca, na Praia Mole, somos da mesma cidade e a gente se conhece há bastante tempo. Faz 4 anos que eu comecei a correr o QS e já comecei com uma vitória no Layback Pro da Praia Mole em 2021. A Layback é um dos meus patrocinadores e um dos maiores incentivadores do surfe, então é uma sensação muito legal estar conquistando o título sul-americano nesse mesmo evento”. No confronto seguinte, a cearense Juliana dos Santos e a catarinense Isabelle Nalu barraram a peruana Arena Rodriguez e a paulista Julia Nicanor. No terceiro, Tainá Hinckel fez um novo recorde de 13,60 pontos no QS 3000 feminino, que depois aumentou para 14,03 quando derrotou a chilena Isidora Bultó nas quartas de final. E na última bateria da segunda fase, a peruana Daniella Rosasvenceu por 13,40 pontos e garantiu a terceira e última vaga no Challenger Series 2025, circuito de acesso para a elite do WSL Championship Tour (CT). Ela depois passou para as semifinais e tirou a vice-liderança do ranking da compatriota, Arena Rodriguez. VAGA GARANTIDA – Quem também festejou classificação para o Challenger Series foi o paulista Wesley Leite, logo no primeiro confronto do sábado. Ele foi preciso na escolha das melhores ondas e somou uma nota 8,00 na vitória por 14,60 pontos. O capixaba Rafael Teixeira avançou junto com ele ainda com chances na briga pelas últimas vagas, com ambos eliminando o cearense Cauet Frazão e o chileno Roberto Araki. É a segunda vez que Wesley Leite se classifica para o Challenger Series. A outra foi em 2022, quando terminou em sexto lugar no ranking, mas se contundiu nas primeiras etapas na Austrália e não conseguiu disputar vaga no CT. “Eu competi em Snapper Rocks, depois fui pra Sidney e, antes de começar a etapa de Manly, tive uma torção no tornozelo, estourei o tendão, fraturei o maléolo e, mesmo assim,
Prefeito de Maricá pretende construir resort com marca de Maricá na Capital mundial do Surf Nazaré
Foto: Danillo Oliveira Cidade de Portugal despertou o interesse do prefeito para uma cooperação em Turismo e Esporte O prefeito de Maricá Washington Quaquá visitou a Câmara de Nazaré em Portugal, e o centro de treinamento de atletas de praia e Mar da cidade de Portugal. O prefeito anunciou na quarta-feira 19, de março um estudo onde os retende construir um resort em Nazaré com a marca de Maricá. Nazaré é uma cidade de Portugal mais famosa pelas práticas de surf e por suas ondas gigantescas para a prática da modalidade. O prefeito de Maricá debateu futuras parcerias para Maricá. “Nosso objetivo é internacionalizar ainda mais a imagem de Maricá, buscando oportunidades que impulsionem o desenvolvimento econômico, esportivo e turístico. Nazaré é a cidade mundial do surfe, virou uma marca global. Só temos a ganhar associando o nosso município a outro já consolidado como destino turístico”, disse Quaquá. Durante a visita ao centro de treinamento português, o prefeito comentou que pretende implantar uma unidade semelhante em Maricá, incorporando mão de obra qualificada dos formandos do Programa Passaporte Universitário para impulsionar o desenvolvimento do esporte e do turismo. Outro ponto da agenda do prefeito em Portugal foi o setor pesqueiro. Quaquá discutiu uma possível parceria com a empresa portuguesa Luiz Silveira e Filhos para fortalecer a pesca no Brasil. A proposta prevê um modelo de participação em que a Prefeitura de Maricá teria 49% de envolvimento, equilibrando o investimento público com a eficiência da iniciativa privada.“Nossa expectativa é de que os acordos firmados reforcem cada vez mais o desenvolvimento econômico de Maricá e a projeção internacional do município nos próximos anos”, concluiu o prefeito.
Oitavas de final masculinas em espera para a chamada de amanhã no MEO Rip Curl Pro Portugal apresentado por Corona Cero
A próxima chamada será para o Meo Rio Curl Pro Portugal apresentado por Corona cero na praia de Supertubos, Peniche. Neste sábado 22, de março às 13h30 GMT, com possível início às 14h05 GMT. A Rodada de 16 masculina estará em espera para a chamada na Parada nº 3 do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT).O MEO Rip Curl Pro Portugal é aguardado ansiosamente para retomar neste fim de semana, após a competição ter sido interrompida devido ao mau tempo. Os principais confrontos em espera para a chamada de amanhã incluem o bicampeão mundial Filipe Toledo (BRA) e o campeão mundial de 2019 Italo Ferreira (BRA). Ferreira enfrentará o novato Joel Vaughan (AUS) e Toledo enfrentará o veterano do CT Jordy Smith(RSA). O atual número 2 do mundo e o número 3 do mundo Barron Mamiya(HAW) e Ethan Ewing (AUS) já garantiram suas vagas nas oitavas de final e aguardam seus confrontos com Leonardo Fioravanti(ITA) e Cole Houshmand (EUA) para ganhar pontos valiosos no ranking. Rio Waida (INA) busca garantir uma aparição consecutiva no Dia das Finais, mas primeiro enfrentará Kanoa Igarashi (JPN) nas oitavas de final. MEO Rip Curl Pro Portugal apresentado pelos confrontos dos oitavos-de-final masculinos do Corona Cero:HEAT 1: Jack Robinson (AUS) x Liam O’Brien (AUS)HEAT 2: Yago Dora (BRA) x Imaikalani deVault (HAW)HEAT 3: Ethan Ewing (AUS) vs. Cole Houshmand (EUA)HEAT 4: Filipe Toledo (BRA) vs. Jordy Smith (RSA)HEAT 5: Ítalo Ferreira (BRA) x Joel Vaughan (AUS)HEAT 6: Rio Waida (INA) x Kanoa Igarashi (JPN)HEAT 7: Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAW)HEAT 8: Leonardo Fioravanti (ITA) x Barron Mamiya (HAW)
WSL Layback Pro iniciou a batalha pelo título sul-americano na quinta-feira em Florianópolis
Foto: Marcio David O WSL Layback Pro iniciou a batalha pelo título sul-americano da World Surf League, com a estreia dos cabeças de chave do QS 3000 masculino na quinta-feira de Sol e boas ondas na Praia da Joaquina. O local da Joaca, Lucas Vicente, começou a defender a liderança do ranking com vitória em casa e sete concorrentes saíram da briga, mas cinco ainda seguem na disputa com o catarinense. No segundo dia, também esquentou a luta pelas 7 vagas da WSL South America para o Challenger Series, circuito de acesso para a elite do Championship Tour (CT). Nesta sexta-feira às 8h00, começa o QS 3000 feminino que também vai decidir o título sul-americano e as 3 classificadas para o Challenger, ao vivo de Florianópolis pelo WorldSurfLeague.com. A florianopolitana Laura Raupp, está disparada na frente do ranking e faz a sua primeira defesa da liderança do ranking na primeira bateria do dia. Laurae Lucas Vicente podem confirmar a hegemonia do surfe catarinense na América do Sul, se repetirem o feito do Mateus Herdy e da Tainá Hinckel na temporada passada. Lucas Vicente começou muito bem na 11.a bateria da quinta-feira, derrotando os paulistas Philippe Neves, Gabriel André e o catarinense Ryan Martins. Lucas foi revelado pelo bom trabalho da Associação de Surf da Joaquina (ASJ) e ficou feliz pela mudança do WSL Layback Pro, da Praia Mole para a Joaca esse ano. “É muito bom estar em casa. Eu consigo ter minha rotina, estou com meus pais, meu irmão, minha noiva, a galera local, então é muito bom”, disse Lucas Vicente. “Essa é a praia onde eu aprendi a surfar, tenho até tatuagem daqui, então é um lugar muito especial pra mim. Quero agradecer a ASJ pelo trabalho que vem fazendo e não é à toa que tem dois campeões mundiais Junior e tantos outros surfistas bons daqui. Estou animado, feliz por estar competindo em casa e quero desempenhar o que faço nos treinos todo dia”. Lucas Vicente também comentou sobre repetir o título sul-americano conquistado por outra revelação da Associação de Surf da Joaquina na temporada passada. Foi assim também na disputa pelo título mundial Pro Junior da WSL, com Mateus Herdy sendo campeão em 2018 e Lucas Vicente vencendo em 2019: “Eu tava pensando nisso esses dias, se será que vai repetir de novo? Mas é isso, Floripa é um celeiro mundial, é um lugar incrível, de altas ondas e tenho orgulho de ser manezinho. Então, obrigado por todo mundo que me apoia, acredita em mim e vamos pra cima, porque hoje foi só o começo”. Quando Lucas Vicente estreou na 11.a bateria da quinta-feira, os seus principais concorrentes ao título sul-americano, já haviam perdido logo em suas estreias no WSL Layback Pro na Praia da Joaquina. O primeiro a cair foi o vice-líder, o argentino Franco Radziunas, no terceiro confronto do dia. No quarto, o número 3 do ranking, José Francisco, o Fininho, também ficou em último lugar. Com a passagem para a terceira fase, Lucas Vicente também acabou com as chances do paulista Wesley Leite e mais quatro saíram da briga por terem perdido as suas primeiras baterias na Joaca, Kaue Germano, Mateus Sena, Rickson Falcão e o argentino Nacho Gundesen. CONCORRENTES AO TÍTULO – Inicialmente, Lucasprecisava chegar na grande final para garantir o título sul-americano, agora já confirma o primeiro lugar no ranking nas quartas de final. Apenas cinco surfistas ainda podem ultrapassar os 5.950 pontos que ele já atingiu no ranking. O paranaense Peterson Crisanto e o paulista Igor Moraes precisam chegar na final para isso, enquanto o paulista Weslley Dantas e os cearenses Cauã Costa e Michael Rodrigues, somente com a vitória no WSL Layback Pro. O número 4 do ranking, Peterson Crisanto, era o aniversariante o dia e o presente foi a classificação em primeiro lugar na sua bateria. “Foi bom estrear com o pé direito e estou feliz, porque é um campeonato importante pro ranking”, disse Peterson Crisanto. “Tem uma galera que tava na disputa do título e já caiu, mas só quero fazer o meu. Graças a Deus, está dando tudo certo, estou com minha família, minha esposa e supertranquilo. O equipamento tá bom e queria muito passar essa primeira bateria, que é sempre a mais difícil. Ainda mais no dia do aniversário, então o presente está entregue. Mas, com certeza, o melhor presente vai ser meu filho, que vai chegar dia 15 de maio. Vai ser o melhor presente da minha vida, então estou amarradão, feliz e bora pra próxima”. Com a combinação dos resultados da quinta-feira, uma bateria com três concorrentes ao título sul-americano da temporada 2024/2025, foi formada na terceira fase, com o líder Lucas Vicenteenfrentando Peterson Crisanto e o grande destaque dos 4 anos da história do Layback Pro na Praia Mole, Michael Rodrigues. O catarinense Matheus Navarro completa este sexto confronto e ainda tem chance na disputa pelas 7 vagas para o Challenger Series 2025. Mas, apenas dois avançam para a rodada classificatória para as quartas de final. MELHORES DO DIA – Entre os 13 surfistas que chegaram no WSL Layback Pro com chances na briga pelo título de campeão sul-americano da temporada 2024/2025, o primeiro a se apresentar na Praia da Joaquina foi o cearense Cauã Costa. Ele competiu no primeiro confronto do dia e fez as marcas a serem batidas no campeonato, nota 7,50 na melhor onda que surfou e 13,83 pontos. Cauã também tenta confirmar sua vaga no Challenger Series pelo segundo ano consecutivo e defende a última posição na lista dos 7 que se classificam. “Estou bastante confiante e já deu pra soltar o surfe, sentir mais a prancha, tirar aquela zica da primeira bateria e estou muito feliz”, disse Cauã Costa. “Estou disputando a vaga pro Challenger e quero muito conseguir. Eu venho treinando bastante para essa última etapa da temporada. Já estou aqui há uma semana, treinando todos os dias na Joaca, então estou bem conectado e a galera tá falando que eu tenho surfado bem melhor nos treinos. Acabei de fazer uma bateria muito boa e seja o que Deus quiser”. DEFENSOR DO TÍTULO – Apenas dois surfistas conseguiram bater os recordes do Cauã Costa no primeiro confronto da quinta-feira ensolarada na Praia da Joaquina. O campeão do último WSL Layback Prorealizado na Praia Mole no ano passado, Lucas Silveira, igualou a nota 7,5 do cearense com duas batidas muito fortes e atingiu 13,97 pontos, o maior placar nos dois primeiros dias do campeonato. Lucas Silveira é carioca, mas há muitos anos
WSL Layback Pro abre a decisão dos títulos. sul-americanos nesta quarta-feira em Floripa
Foto: Marcio Devid O WSL Layback Pro vai abrir a decisão dos títulos sul-americanos da World Surf League nesta quarta-feira em Florianópolis e pela primeira vez na Praia da Joaquina, que há 9 anos não sediava uma etapa do WSL Qualifying Series (QS). Desde 2021, o QS 3000 que vinha fechando a temporada da WSL South America na Praia Mole, agora muda para um palco histórico do esporte no Brasil. Os florianopolitanos Lucas Vicente e Laura Raupp, lideram os rankings e podem confirmar a hegemonia do surfe catarinense na América do Sul, se repetirem a dobradinha do Mateus Herdy e Tainá Hinckelno ano passado. A batalha final da temporada 2024/2025, começa nesta quarta-feira e será transmitida ao vivo da Ilha de Santa Catarina pelo WorldSurfLeague.com. A Layback é a marca que mais realiza eventos da World Surf League no Brasil. O QS 3000 na Praia da Joaquina, será o quinto seguido em Florianópolis e outros três aconteceram no reduto ecológico da Prainha, no Rio de Janeiro. E o WSL Layback Pro é muito mais do que um campeonato de surfe. Além do show garantido de grandes estrelas do surfe brasileiro e sul-americano nas ondas da Joaca, muitas festas estão programadas para a torcida. Todos os fins de tarde, vai ter um “sunset” animado por DJs na praia mais famosa da Ilha de Santa Catarina. E na quinta-feira começa a segunda edição do Floripa Film Festival promovido pela Layback. Serão exibidos 50 filmes de surfe, sendo 35 produções nacionais e 15 internacionais. As mostras vão acontecer no “The Search House”, na Barra da Lagoa. As noites do Floripa Film Festival serão um atrativo para os surfistas relaxarem um pouco, porque a pressão durante o dia estará intensa na Praia da Joaquina. Laura Raupp é a primeira campeã da história do Layback Pro em 2021, quando tinha apenas 15 anos de idade e estreava em etapas do QS. Ela venceu outras sete desde então, três nessa temporada 2024/2025, em Torres (RS), Saquarema (RJ) e na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Laurinha só tem uma concorrente na disputa do título, a peruana Arena Rodriguez, que necessita unicamente da vitória na Praia da Joaquina, para ultrapassar a atual pontuação da catarinense. E Laura Raupp garante o primeiro lugar se chegar nas quartas de final. São 13 concorrentes ao Título, Já para Lucas Vicente confirmar seu primeiro troféu de campeão sul-americano da WSL, sem depender de outros resultados, precisa chegar na grande final do WSL Layback Pro. E ele conhece muito bem o palco da batalha final esse ano, pois foi criado nas categorias de base da Associação de Surf da Joaquina (ASJ). O campeão mundial Pro Junior da WSL em 2019, tem 12 concorrentes com chances matemáticas de ultrapassar os seus 5.700 pontos no ranking. O principal é o vice-líder, Franco Radziunas, da Argentina, que supera essa pontuação se ficar em nono lugar, ou perder em terceiro na rodada classificatória para as quartas de final. O segundo com mais chances é o paraibano José Francisco, que há muitos anos mora em Florianópolis e foi bicampeão catarinense em 2022 e 2023. O Fininho, como é conhecido, está em terceiro no ranking e precisa alcançar as semifinais do WSL Layback Pro para atingir 5.765 pontos. Três já têm que chegar na grande final para ultrapassar os 5.700 pontos do Lucas Vicente, o paranaense Peterson Crisanto (4.o no ranking) e os paulistas Igor Moraes (5.o) e Kaue Germano(5.o). Para outros seis, somente com a vitória na Praia da Joaquina. Essa é a única chance de título para o cearense Cauã Costa (7.o), o paulista Weslley Dantas (7.o), o argentino Nacho Gundesen(9.o), o potiguar Mateus Sena (10.o), o saquaremense Rickson Falcão (11.o), o paulista Wesley Leite(12.o) e o cearense Michael Rodrigues (14.o), que é o grande destaque dos 4 anos da história do Layback Pro na Praia Mole. VAGAS NO CHALLENGER – Além de decidir os títulos sul-americanos da temporada 2024/2025 da WSL South America, o WSL Layback Pro vai fechar a lista dos 7 homens e 3 mulheres que irão disputar o Challenger Series esse ano, o circuito de acesso para a elite do WSL Championship Tour (CT). Os líderes dos rankings, Lucas Vicente e Laura Raupp, são os únicos que já estão com suas vagas garantidas. No ranking feminino, apenas três surfistas ainda ameaçam as peruanas Arena Rodriguez (2.a do ranking) e Daniella Rosas (3.a). Mas, já precisam chegar na final para isso. A carioca Julia Duarte (4.a) ultrapassa os 7.282 atuais da Daniella se passar pelas semifinais, enquanto para a argentina Vera Jarisz e a peruana Sol Aguirre, somente com a vitória na Praia da Joaquina. No ranking masculino, está bem mais aberta a disputa pelas seis vagas que restam para fechar a lista dos representantes da América do Sul no Challenger Series 2025. Com os 3.000 pontos em jogo no WSL Layback Pro, a batalha envolve 60 surfistas com chances matemáticas de ficar entre os 7 primeiros colocados. No momento, estão se classificando o argentino Franco Radziunas (2.o) e os brasileiros José Francisco (3.o), Peterson Crisanto (4.o), Igor Moraes (5.o), Kaue Germano (5.o), com Cauã Costa (7.o) e Weslley Dantas(7.o), fechando o grupo dos 7 primeiros colocados. Os principais concorrentes do Cauã e do Weslley, são o argentino Nacho Gundesen (9.o) e os brasileiros Rickson Falcão (11.o), Wesley Leite (12.o) e Michael Rodrigues (14.o). Os quatro ultrapassam os 3.723 dos últimos do G-7, na fase dos 16 melhores do WSL Layback Pro. Seis têm que passar por essa rodada classificatória para as quartas de final, Mateus Sena(10.o), Daniel Templar(15.o), Mateus Herdy (16.o), Matheus Navarro (17.o), o peruano Alonso Correa(19.o) e Hizunomê Bettero (22.o). Outros sete precisam chegar nas semifinais, entre eles, o defensor do título do WSL Layback Pro, Lucas Silveira. Mais oito superam os 3.723 pontos se passarem para a grande final e 28 só com a vitória na Joaca. BATERIAS ESCALADAS – Os surfistas já estão escalados para estrear no WSL Layback Pro. Os 80 inscritos no QS 3000 masculino, foram divididos em duas fases de baterias com quatro competidores, classificando-se os dois melhores em cada. Os 48 mais bem colocados no ranking da WSL South America, formam a lista dos cabeças de chave dos 16 confrontos da segunda fase. O líder Lucas Vicente, vai estrear na 11.a, com os paulistas Gabriel André e Philippe Neves. Já o campeão na Praia Mole em 2024, Lucas Silveira, começa a defender o título na quinta bateria, com Marcos Correa e Samuel Joca. Mas, a rodada inicial já começa em alto nível, com o campeão catarinense profissional de 2024, Lucas Haag, estreando na segunda bateria com o chileno Roberto Araki, o equatoriano Alex Suarez e o cearense Glauciano Rodrigues. Mais
Quatro surfistas festejam vitórias na estreia do WSL Taíba Pro em São Gonçalo do Amarante
Rafael Barbosa venceu o primeiro confronto de gerações contra Jadson André, a experiente Daniella Rosas derrotou Carol Bastides de 13 anos na outra final do QS e Laura Raupp e Ryan Kainalo confirmaram o favoritismo no Pro Júnior. O WSL Taíba Pro apresentado pela Prefeitura de São Gonçalo do Amarante fechou com chave de ouro o show de surfe no pointbreak de qualidade internacional da Laje do Morro do Chapéu. A etapa do World Surf League (WSL) Qualifying Series (QS) que já 15 anos não acontecia no Ceará, terminou com dois confrontos de gerações. O jovem Rafael Barbosa venceu o ex-top da elite mundial, Jadson André, depois da experiente peruana Daniella Rosas derrotar a paulista Carolina Bastides, de apenas 13 anos de idade. Na categoria Pro Junior Sub-20, Laura Raupp ganhou a decisão catarinense com Kiany Hyakutake e o paulista Ryan Kainalo superou Rafael Barbosa, único que disputou duas finais no domingo. Agora, a maioria dos competidores parte do Ceará direto para Santa Catarina, para participar do WSL Layback Pro QS 3000, que começa quarta-feira na Praia da Joaquina, em Florianópolis. O grande destaque do domingo decisivo do WSL Taíba Pro no Morro do Chapéu, foi Rafael Barbosa. Criado nos fundos de pedra da Praia da Pipa, ele vinha surfando à vontade na Laje do Morro do Chapéu, batendo recordes desde o primeiro dia. Rafaelencabeçou a lista das maiores notas do QS 1000, com o 8,83 da final contra Jadson André e o 8,67 que tirou nas semifinais. No Pro Junior também, com a imbatível nota 8,00 da sua estreia na quinta-feira e a 7,83 nas semifinais do domingo. Rafael foi o único a disputar cinco baterias no último dia e só perdeu a final Junior com Ryan Kainalo. Mas, fechou sua apresentação dando um show na final potiguar do QS, com o ídolo Jadson André. “A emoção tá bizarra, a ficha não caiu ainda e foi uma bateria bem disputada com o Jadson. Ele é um ídolo pra mim e pra todos nós, representou o Brasil vários anos no Circuito Mundial, mas sei que Deus tem um propósito muito bom na minha vida”, foram as primeiras palavras do campeão, Rafael Barbosa. “Eu venho treinando bastante, só minha família e Deus sabem o quanto treino todo dia e minha hora tinha que chegar né. Estou muito feliz por ter sido campeão, mas competir com o Jadson, não tem preço. Esse ano vai ser longo, tem muitos campeonatos pra vir ainda e agora é festejar essa vitória. Amanhã já vou viajar pra Floripa, depois Saquarema, Maresias, então quero aproveitar esse momento e mandar um beijo pra toda minha família e todos que torceram por mim”. Na final feminina do QS 1000, a peruana Daniella Rosas, que já tem três títulos de campeã sul-americana da WSL no currículo, aumentou para 9 o número de vitórias em etapas do QS. Ela igualou uma marca da cearense Tita Tavares, primeira brasileira a fazer parte da elite mundial do Championship Tour (CT). Mas, a vitória no WSL Taíba Pro só foi conquistada no último minuto da bateria toda liderada pela paulista de apenas 13 anos, Carolina Bastides. A surfista do Guarujá tinha derrubado outra favorita nas semifinais, a líder disparada do ranking da WSL South America, Laura Raupp. “Foi uma final bem difícil com a Carol (Carolina Bastides)”, destacou Daniella Rosas. “Eu não conseguia encontrar nenhuma onda boa, então isso dificultou bastante o meu trabalho. Mas eu continuei focada e, Graças a Deus, veio essa onda no último minuto, que eu acreditei bastante e pude surfar até o final. Estou feliz de estar aqui, de poder ganhar esse campeonato, agora vamos pro Layback Pro, QS 3000, que é o último da temporada e vou bastante motivada pra conseguir minha vaga no Challenger Series lá. Quero agradecer todo mundo que tem me apoiado, meus patrocinadores, amigas e toda minha família”. Daniella Rosas se manteve em terceiro no ranking, abaixo só da também peruana Arena Rodriguez e da líder, Laura Raupp. A catarinense não passou para a final do QS 1000, foi surpreendida por Carolina Bastides numa semifinal de poucas ondas boas. Mas, foi com toda gana para a decisão do Pro Junior, estabelecendo um novo recorde de 15,27 pontos nas competições femininas esse ano. Com notas 7,77 e 7,50, bateu os somatórios do WSL Taíba Pro e do QS e Pro Junior também do Peru, encerrado no domingo passado com vitórias das peruanas Daniella Rosas e Catalina Zariquiey, respectivamente. “Nossa, eu estou muito, muito, muito feliz. Acabou que na semifinal do QS, quase não veio ondas, foi virada em cima de virada nos últimos minutos, então entrei com bastante raiva nessa final do Pro Junior”, contou Laura Raupp. “O Pro Junior era meu grande objetivo de vir pra Taíba, porque o QS, mesmo que eu ganhasse, não mudaria nada pra mim no ranking, então estou superfeliz de ter ganhado no Pro Junior. Eu não fui pra primeira etapa no Peru e foi uma vitória bem importante pro ranking. Só tenho que agradecer a Taíba por ter me recebido com essas ondas, muito melhores do que eu esperava, então obrigado a todo mundo pela recepção aqui e agora vamos pra Floripa, competir em casa lá”. Laura Raupp e também catarinense Kiany Hyakutake, foram as únicas surfistas a chegar nas semifinais das duas competições femininas. Ambas passaram para a final Pro Junior, mas depois foram derrotadas nas semifinais do QS 1000. O potiguar Rafael Barbosa, então, foi o único a disputar dois títulos no domingo, mas, assim como Laura Raupp, o paulista Ryan Kainaloconfirmou o favoritismo de ser o atual bicampeão sul-americano Pro Junior da WSL South America. Com a vitória no WSL Taíba Pro, Ryan sai de São Gonçalo do Amarante dividindo a liderança do ranking com o saquaremense Rickson Falcão. “Eu estou realmente muito feliz, porque ganhar aqui no Morro do Chapéu, eu sabia que ia ser muito difícil. Ainda mais a final com o Rafinha (Rafael Barbosa), que tava muito encaixado nessas ondas no campeonato inteiro. Eu perdi pra ele no QS e eu acho que ele era o cara do evento, tava surfando muito bem”, elogiou Ryan Kainalo, que até falou que ia torcer por ele na final do QS. “Eu dobrei a concentração nessa final e acabou dando tudo certo. Hoje a noite já vou pra Floripa, competir no QS 3000 lá na Praia da Joaquina,
WSL Taíba Pro decide 4 títulos na manhã do domingo em São Gonçalo do Amarante no Ceará
Foto: Lima Júnior/Taíba Pro As quartas de final do Pro Júnior masculino vão abrir o último dia e no sábado foram formadas as femininas do QS 1000 masculino e feminino e do Pro Júnior feminino Os quatro títulos do WSL Taíba Pro serão decididos na manhã deste domingo nas ondas de qualidade internacional da Laje do Morro do Chapéu. No sábado de show de surfe durante todo o dia, foram formadas as semifinais do QS 1000 masculino e feminino e do Pro Junior feminino também. As melhores apresentações foram dos potiguares Jadson André e Rafael Barbosa e da catarinense Laura Raupp. Destaque para a semifinal potiguar do Jadson com o amigo Mateus Sena pelo QS, mas o domingo começa pelas quartas de final do Pro Junior masculino, ao vivo do Ceará pelo WorldSurfLeague.com. O sábado foi mais um dia de boas ondas no Morro do Chapéu, apesar da competição precisar ser paralisada algumas vezes, por causa das tempestades passageiras. Apenas três surfistas seguem na disputa dos títulos das duas competições do WSL Layback Pro, se classificando para o domingo decisivo da etapa do World Surf League (WSL) Qualifying Series (QS), que há 15 anos não acontecia no Ceará e da categoria Pro Junior Sub-20, que já foi disputada na Praia da Taíba em 2019. O primeiro a conseguir isso foi o potiguar Rafael Barbosa, feito depois repetido pelas catarinenses Laura Raupp e Kiany Hyakutake. Laura é a líder disparada no ranking da WSL South America e já está com o título de campeã sul-americana da temporada 2024/2025 praticamente garantido. Ela fez o maior somatório feminino do sábado, 13,43 pontos na primeira bateria que ganhou no Pro Junior. Foram duas vitórias nessa categoria para surfistas com até 20 anos de idade e mais duas no QS 1000. A última sobre a maior surfista do Brasil em todos os tempos, a cearense Silvana Lima recordista mundial com 19 vitórias em etapas do QS. “Estou bem feliz de já ter conseguido passar para uma semifinal. Ainda tem o Pro Junior no final do dia, então não dá pra dizer que a missão de hoje foi concluída, mas estou feliz com minha performance nessa bateria”, disse Laura Raupp, após a vitória sobre Silvana Lima. “Foi mais uma bateria contra a Silvana (Lima), que é uma atleta que dispensa comentários. A gente já teve várias baterias juntas e cada hora uma ganha. O mar tava bem difícil agora, mas consegui achar duas direitas boas de novo né”. Depois de vencer a peruana Camila Sanday nas quartas de final do Pro Junior que fecharam o sábado, Laura Raupp enfim relaxou um pouco mais: “Foi um dia com aproveitamento 100% né. Deu pra passar todas as baterias e chegar nas semifinais do QS e do Pro Junior, então estou superfeliz com minha performance e estamos aí no Finals Day. Apesar de aqui ser um pico de esquerdas, eu já consegui avançar algumas baterias surfando só direitas. Não é uma estratégia, mas tá dando certo, então vou continuar tentando pegar as melhores que entrarem nas baterias”. SEMIFINAIS – Nas semifinais formadas no sábado, Laura Raupp vai enfrentar a jovem paulista Carolina Bastidesna do QS 1000 e a também catarinense Isabelle Nalu na do Pro Junior. Já Kiany Hyakutake terá duas peruanas na disputa pela outra vaga nas finais do WSL Taíba Pro apresentado pela Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. Esta é a primeira vez que ela consegue chegar em duas semifinais na World Surf League e terá dois duros desafios com as vencedoras da etapa encerrada no último domingo no Peru, a tricampeã sul-americana Daniella Rosas no QS 1000 e Catalina Zariquiey no Pro Junior. No QS 1000 masculino, o jovem potiguar Rafael Barbosa é o único que segue na disputa pelos dois títulos do WSL Taíba Pro. Nas quartas de final do Pro Junior, que vão abrir o domingo decisivo no Morro do Chapéu, o surfista da Praia da Pipa vai enfrentar o argentino Thiago Passeri. E no QS 1000, Rafael disputa a primeira vaga na grande final com o paulista Marcos Correa. Já a segunda semifinal será um duelo potiguar entre dois natalenses criados nas ondas de Ponta Negra e grandes amigos, Jadson André e Mateus Sena. DUELO POTIGUAR – Jadson já está garantido no Challenger Series 2025, enquanto Mateus briga por uma vaga pelo ranking do WSL South America e já entra no grupo dos 7 que se classificam, se vencer o WSL Taíba Pro em São Gonçalo do Amarante. O ex-top da elite mundial conseguiu a maior nota do campeonato na primeira bateria que venceu no sábado, 8,17. Depois, Jadson passou por mais um talento da nova geração, o cearense Guilherme Lemos, que foi criado nas ondas da Praia da Taíba. “Venho competindo com vários atletas da nova geração e agora foi contra o Gui (Guilherme Lemos), moleque que tem um potencial enorme”, destacou o experiente Jadson André, que ficou 11 temporadas na elite do surfe mundial. “Isso é bom para mostrar que eu to pronto, to preparado pro Challenger Series e só quero mesmo chegar na Austrália em junho, pra buscar minha vaga no CT. Estou amarradão de estar no Finals Day aqui, pegando ritmo de competição e estou quase me empolgando pra ir pra Praia da Joaquina (competir no Layback Pro em Florianópolis). A competição tá no sangue e só quero que chegue logo o meio do ano, pra começar a buscar minha vaga no CT, porque sei que eu mereço isso”. Jadson e Mateus Sena já tinham disputado uma bateria juntos na sexta-feira, fazendo uma dobradinha potiguar sobre dois peruanos. No sábado, ambos venceram os confrontos que fecharam a rodada classificatória para as quartas de final. Depois do Jadson derrotar Guilherme Lemos, Mateus Sena também despachou o paulista Rodrigo Saldanha, confirmando assim o duelo potiguar que vai definir o último classificado para a decisão do WSL Taíba Pro. Mateus Sena já comemorou vitória na Praia da Taíba em 2019, na última etapa da categoria Pro Junior disputada no Ceará. “Eu já falei isso muitas vezes, já joguei isso pro universo muitas vezes e vai ser mais uma bateria com o Jadson”, disse Mateus Sena. “Na real, vai ser entrar ali, surfar e que vença o melhor. Vai ser incrível competir de novo com o Jadson, mas tocou a buzina, acabou a amizade. Depois, tá tudo certo, independente do que acontecer lá dentro. Acho que o mais legal é os dois deixarem tudo de si lá dentro, fazer